terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Quais são as adaptações que já foram adquiridas pelo cinema e tem potencial para se tornar um fenômeno?

Não é novidade que o cinema, na falta de um bom roteiro original, usa a literatura para realizar suas grandes produções, mas o que os produtores não podiam imaginar é transformar sagas já famosas entre leitores em fenômenos pop e ainda conseguir repetir os sucessos. 

A exemplo desses grandes êxitos, está o último filme de Jogos Vorazes -Suzanne Collins que comemora a terceira semana consecutiva em primeiro lugar nas bilheterias do cinemas, arrecadando até o momento R$ 9.341.988. Mas se você achou esse valor exorbitante, saiba que a  Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (2012) -Stephenie Meyer arrecadou a impressionante quantia de US$292,324,737 e  Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010) - J. K. Rowling conseguiu ainda mais US$295,983,305 . 

De olho nesses extraordinários cifrões os estúdios cinematográficos começaram uma corrida frenética para encontrar a mais nova mina de ouro literária e é lógico que os fãs estão torcendo para suas sagas favoritas. 

Confira então quais são as adaptações que já foram adquiridas pelo cinema e tem potencial para se tornar um fenômeno, lista essa segundo o Adoro Cinema :



1. Incarceron, de Catherine Fisher
Finn é um jovem sem memória que acorda dentro de uma prisão gigantesca, contendo florestas e cidades próprias. Ao mesmo tempo em que ele busca uma maneira de escapar, Claudia vive em um palácio distante, onde está condenada a se casar com um homem que não ama. Ela pode ter a chave para libertar Finn e a si mesma.
Por que pode dar certo? O roteiro, escrito pela própria autora, está pronto. Os direitos da adaptação foram comprados pela Fox, e Taylor Lautner está confirmado no papel principal. Mesmo assim, a produtora nunca acreditou no projeto a ponto de concretizá-lo. Talvez o sucesso de Maze Runner - que guarda muitas semelhanças com esta história - ajude Incarceron a sair do papel.

2. Legend, de Marie Lu
Em um mundo pós-apocalíptico, a República é um país dividido em distritos (como emJogos Vorazes ou Divergente). A admissão no exército é uma tarefa importante na vida dos jovens, por isso June (assim como Katniss ou Tris) passa por testes difíceis, e acaba sendo um grande destaque. Ela é contratada para encontrar um jovem delinquente, com quem tem um caso amoroso.
Por que pode dar certo? Basicamente, porque é parecidíssimo com as outras franquias que já deram certo. Os direitos da trilogia foram comprados pela CBS Films, que contratou os mesmos produtores da Saga Crepúsculo. Jonathan Levine foi convidado para a direção, mas abandonou o projeto. Desde 2013, a história aguarda o sinal verde para entrar em produção.

3. Blood of Eden, de Julie Kagawa
Um vírus ataca a humanidade, e as cidades são tomadas por vampiros. O local é cercado por uma gigantesca muralha, para proteger os habitantes dos perigos lá fora. Entre os vampiros, vivem humanos mantidos em cativeiro como forma de alimento. A protagonista é Allison, que se torna vampira, mas finge ser humana. Enquanto busca uma cura para sua condição, ela se apaixona.

Por que pode dar certo? A história tem diversos elementos de Maze Runner,Crepúsculo e Divergente. Em 2012, a pequena Palomar Pictures comprou os direitos dos livros, na intenção de criar uma nova trilogia, mas ainda não tirou o projeto do papel. Nenhum nome foi confirmado, nem no elenco, nem atrás das câmeras.

4. Logan's Run, de William F. Nolan e George Clayton Johnson
No ano de 2116, a superpopulação é o maior problema enfrentado no planeta. Os dirigentes tomam uma medida drástica: matar com gás tóxico todas as pessoas quando chegam à idade de 21 anos. Logan e Jessica tentam escapar a este destino trágico. A história, com algumas mudanças, já foi adaptada aos cinemas em 1976, com o título Fuga no Século 23.
Por que pode dar certo? Os estúdios Warner compraram os direitos para refilmar o filme dos anos 1970 (e adaptar novamente o livro), com o intuito assumido de substituirJogos Vorazes. O produtor de Star Wars e X-Men, Simon Kinberg, está encarregado do projeto. O diretor Nicolas Winding Refn (Drive) foi contratado inicialmente para o filme, que teria Ryan Gosling no papel de Logan, mas ambos desistiram. 

5. The Fire Sermon, de Francesca Haig
Num futuro pós-apocalíptico, uma deformidade faz com que todas as pessoas nasçam com um gêmeo. Uma das crianças é fisicamente perfeita, enquanto a outra tem uma deformidade ou mutação. Os Alphas (perfeitos) são mantidos afastados dos Omegas (deformados) por um governo autoritário, mas a deficiente Cass, com poderes psíquicos, sonha em quebrar as regras e ter os mesmos direitos de seu gêmeo, Zach.
Por que pode dar certo? O primeiro livro ainda está chegando, mas já reivindica sem medo o posto de "novo Jogos Vorazes" em sua campanha publicitária (a imagem de um pássaro em chamas não é nada sutil, não acha?). Os estúdios DreamWorks compraram os direitos para fazer um filme, com a produtora de O Diabo Veste Prada e o roteirista de Guardiões da Galáxia.

6. The Hunt, de Andrew Fukuda
Numa sociedade de vampiros, Gene precisa esconder o fato de que é um humano comum para não virar comida. Até o dia em que é escolhido para encontrar os últimos humanos sobreviventes. Quando se apaixona por uma vampira, Gene passa a testar os limites do seu segredo.
Por que pode dar certo? Porque é muito parecido com Crepúsculo + Divergente. Os direitos ainda não foram comprados, mas o autor está procurando estúdios para levar a história adiante, e anunciou nas redes sociais suas escolhas para os papeis principais.
7. A Quinta Onda, de Rick Yancey
Vendida como "uma versão de Crepúsculo com alienígenas", a história apresenta a Terra sob diversos ataques alienígenas, como uma onda gigantesca que mata grande parte dos seres humanos, e um vírus que ataca outros habitantes. A jovem Cassie Sullivan tem que descobrir como sobreviver.
Por que pode dar certo? Os produtores da Sony Pictures apostaram muito nessa história, e já fizeram o primeiro filme, que chega aos cinemas em janeiro de 2016.Chloë Moretz está no papel principal, enquanto alguns nomes em ascensão, comoMaika Monroe (Corrente do Mal) e Nick Robinson (Jurassic World) completam o elenco.

8. A Seleção, de Kiera Cass
O Estado Americano da China é dividido por castas rígidas, permitindo a 35 garotas competirem pela chance de se tornarem princesas, vivendo num mundo de luxo ao lado do príncipe. Mas America Singer não tem vontade de participar do concurso, porque ama sua cidade natal e está apaixonada por um garoto de casta inferior à sua. Até o dia em que encontra o príncipe, e descobre que este homem belo e bondoso está disposto a fazer uma aliança com ela. 
Por que pode dar certo? Esta mistura de Cinderela com Jogos Vorazes vendeu 3,5 milhões de cópias pelo mundo inteiro, e os direitos da história já foram adquiridos pelos estúdios Warner Brothers em abril de 2015. O roteiro será de Katie Lovejoy. 

9. Fallen, de Lauren Kate
A adolescente Lucinda é acusada de iniciar um incêndio que mata seu namorado. Como punição, é enviada ao reformatório Sword & Cross, onde conhece dois rapazes. Ela se sente estranhamente atraída pelos dois, sem saber que eles conhecem Lucinda há muito mais tempo do que ela imagina. Aos poucos, ela descobre quem realmente é.
Por que pode dar certo? A história interessa produtores há anos, e o primeiro filme já está pronto, com Addison Timlin no papel principal, além de Jeremy Irvine e Harrison Gilbertson completando o triângulo amoroso. Apesar de as filmagens terem terminado há quase dois anos, ainda não existe data de lançamento definida. O que estará impedindo Fallen de estrear?
10. A Morada da Noite, de P.C. Cast e Kristin Cast
Aqui tem história de sobra: são 12 livros oficiais, além de vários derivados. A história central gira em torno da jovem Zoey Redbird, que é marcada pela deusa da noite. Ela é obrigada a abandonar a família e os amigos e sofrer várias transformações, que podem transformá-la em vampiro, ou matá-la se não aguentar a mudança.
Por que pode dar certo? A mistura de Academia de Vampiros com Divergente tem um grande grupo de fãs, e os produtores pretendem transformar a história em filme há anos. Em 2008 e 2011, foi confirmada a versão cinematográfica, mas o projeto ainda não foi para frente.

11. Sussurro, de Becca Fitzpatrick
Um dia, a jovem Nora Grey conhece o charmoso Patch e se apaixona. Por um lado, ela quer apenas aproveitar a relação, por outro, começa a ficar assustada pela quantidade de coisas que ele estranhamente conhece sobre ela. Logo, Nora descobre que está envolvida em uma batalha incluindo criaturas imortais e anjos.
Por que pode dar certo? Os fãs apoiaram a compra dos direitos pela LD Etertainment em 2012, com a intenção de começar uma trilogia o quanto antes, nos moldes deCrepúsculo. Mas os planos não foram para frente, e a produtora devolveu os direitos à escritora. Mesmo assim, ainda existe interesse em levar a história às telas.

12. A Mediadora, de Meg Cabot
A jovem Suzannah tem a habilidade especial de se comunicar com os mortos. Ela tem a função de ajudá-los a encontrar seu caminho, mas tenta esconder seus poderes dos familiares e amigos. Morando na Califórnia, ela passa por problemas com os irmãos adotivos e com seres sobrenaturais que cruzam o seu caminho.
Por que pode dar certo? Vários produtores mostraram interesse pela história, e rumores apontavam uma adaptação cinematográfica em 2011. Até agora, nenhuma produtora adquiriu os direitos da obra de Meg Cabot, mas a escritora tem crédito de sobra em Hollywood, por ser a criadora de O Diário da Princesa.
13. Grisha, de Leigh Bardugo
Alina Starkov é uma órfã treinada para o combate. Ela é apaixonada por Maly, e fica desesperada quando ele é atacado pelos monstros da Dobra das Sombras. Neste momento, descobre poderes sobrenaturais que serão utilizados pela elite mágica para combater as forças do mal.
Por que pode dar certo? Pela evidente conexão com os universos mágicos de Harry Potter e Percy Jackson, com uma personagem feminina à frente da trama. Os direitos do livro foram comprados pela DreamWorks em 2012, enquanto o produtor de Harry Potter foi chamado para desenvolver o projeto.

14. O Imperador, de Conn Iggulden
Estes livros fogem um pouco da estrutura "garota adolescente descobre ser especial enquanto encontra um grande amor". Na verdade, o autor combinou a famosa história de Júlio César com uma trama fictícia passada no Império Romano, destacando a rivalidade com Brutus, as guerras e as paixões na corte. 
Por que pode dar certo? O tom é certamente mais aberto aos adolescentes do que nos livros de História, além de mostrar a juventude de Júlio César. Os direitos da trama foram comprados pela Lionsgate, a mesma produtora de Jogos Vorazes, Crepúsculo eDivergente.

15. Puros, de Julianna Baggott
Num mundo pós-apocalíptico, bombas nucleares dividiram a população em duas: uma parte foi afetada pela radiação, e vive entre escombros pela cidade. A outra parte, os "puros", está protegida em uma redoma de onde não podem fugir. Pressia, uma jovem vivendo na miséria, e Partridge, preso entre os ricos, precisam se unir para escapar à situação.
Por que pode dar certo? Os maiores estúdios brigaram pelos direitos de adaptar esta história em 2013, e a vitória ficou com a Fox, de Maze Runner. O diretor James Ponsoldt, de O Maravilhoso Agora, está escalado na direção.
16. Glitch, de Heather Anastasiu
A jovem Zoe vive em um mundo pós-apocalíptico onde as pessoas não têm sentimentos - ou seja, nem amor nem dor (algo como O Doador de Memórias). Eles são controlados por um chip implantado em seus corpos. Mas o chip de Zoe passa a ter defeitos, e logo ela percebe seus próprios sentimentos e poderes telecinéticos.
Por que pode dar certo? Ainda não foram feitas ofertas oficiais por nenhum grande estúdio de Hollywood, mas com a pressão dos fãs e com o grande número de cópias vendidas, os produtores podem investir nesta história, e talvez conseguir o sucesso que O Doador de Memórias não obteve.

17. Silo, de Hugh Howey
Os nove livros da saga retratam uma cidade subterrânea onde os humanos tentam sobreviver após uma catástrofe na Terra. Nesta comunidade, todos são obrigados a seguir regras rígidas, enquanto tentam descobrir o verdadeiro mistério que cerca o local. Quando Juliette infringe as regras, ela é retirada do Silo para morrer.
Por que pode dar certo? Porque os maiores estúdios estão envolvidos na adaptação cinematográfica: Ridley Scott (Gladiador, Perdido em Marte) está cuidando da produção com os estúdios Fox, enquanto Nicole Perlman, de Guardiões da Galáxia, está escrevendo o roteiro.

18. The Queen of the Tearling, de Erika Johansen
No século 24, a princesa Kelsea Glynn aceita atravessar o continente e desafiar a poderosa Rainha Vermelha para assumir o trono que já pertenceu à sua mãe, e acabar de vez com a onda de corrupção e abusos que vem acontecendo no governo. 
Por que pode dar certo? Porque Emma Watson, a eterna Hermione, já aceitou fazer o papel principal e produzir a adaptação - com uma ajudinha do produtor de Harry Potter e toda a estrutura da Warner Brothers, é claro. Watson tinha jurado que jamais faria outra franquia, mas gostou tanto do livro que aceitou investir no filme.
19. Monument 14, de Emmy Laybourne
Um dia, quatorze jovens de diversas idades pegam o ônibus para ir à escola. Quando uma série de catástrofes começam a ameaçar o planeta (incluindo um ataque de monstros), eles ficam presos dentro de um supermercado e tentam sobreviver a qualquer preço.
Por que pode dar certo? A quantidade de ação pode seduzir o público com a mistura de aventura adolescente e filme catástrofe. A produtora Strange Weather Films adquiriu os direitos da obra, que deve ser dirigida e roteirizada por Brad Peyton (Terremoto - A Falha de San Andreas).

20. Unwind, de Neal Shusterman
A discussão sobre o aborto leva os Estados Unidos à Segunda Guerra Civil. Para chegar a um acordo, o governo cria duas possibilidades para os pais com filhos indesejados, mesmo após o nascimento: os adolescentes podem ser enviados para campos, onde seu corpo é destroçado e usado para outras finalidades, e os bebês podem ser abandonados no quintal das casas alheias. Três adolescentes escolhidos para os campos tentam fugir da morte.
Por que pode dar certo? A trama é ainda mais cruel que as experiências de Jogos Vorazes e Maze Runner, e poderia gerar um bom debate. A Constantin Film comprou os direitos do livro, que será dirigido por Roger Avary (Regras da Atração). A previsão de estreia era abril de 2016, mas como nenhum nome do elenco foi anunciado, a produção provavelmente vai atrasar a data de lançamento.

21. The Young World, de Chris Weitz
Um vírus matou a maior parte da população mundial. Os poucos sobreviventes juntam-se em tribos rivais. Jefferson é o líder de um desses grupos, apaixonado por Donna. Quando eles suspeitam de uma cura para o vírus, o grupo decide fazer uma longa jornada, enfrentando inimigos até obterem o remédio.
Por que pode dar certo? Este é um raro caso de livro escrito por um diretor de cinema: antes de se tornar autor literário, Chris Weitz já tinha experiência dirigindo grandes produções como A Saga Crepúsculo: Lua Nova e A Bússola de Ouro. Obviamente, Weitz vai dirigir a própria história no filme da Warner Brothers.
22. Encantadas, de Sarah Pinborough
A saga pretende descontruir a visão de "mocinhas" e "vilãs" em contos clássicos como a Branca de Neve e Cinderela. No livro, as princesas são mimadas, as rainhas têm bons motivos para serem malvadas e os príncipes não têm nada de encantado. Ou seja, uma releitura sarcástica dos contos de fadas.
Por que pode dar certo? Na época de Frozen, Cinderela e Once Upon a Time, apostar em releituras de contos de fada parece um tiro certeiro. Os direitos ainda não foram comprados, mas como Pinborough tem grande experiência como roteirista, tendo levado outras obras de sua autoria ao cinema, a adaptação tem boas chances de acontecer.

23. Daughter of Smoke and Bone, de Laini Taylor 
Karou mora em Praga e tem 17 anos. Esta estudante de artes foi educada por criaturas com atributos de animais, que exigem dela que traga dentes em troca de desejos. Karou não sabe para quê os dentes são utilizados, mas atende às exigências, até encontrar com Akiva, que tem algumas surpresas para ela.
Por que pode dar certo? O tom fantástico lembra uma mistura de Crepúsculo com Um Conto do Destino, e os críticos literários adoraram a história (inclusive no New York Times). Os estúdios Universal detêm os direitos da obra desde 2011, planejando uma adaptação com o diretor Michael Gracey (Naruto) e o roteirista Stuart Beattie (sériePiratas do Caribe).

24. Dustlands, de Moira Young
Numa cidade sem leis, a adolescente Saba vê seu pai ser assassinado, e o irmão gêmeo ser sequestrado. Na tentativa de resgatar o irmão, a garota é aprisionada e forçada a combater numa espécie de Coliseu. Quando escapa do lugar, ela descobre como o governo consegue controlar a sociedade.
Por que pode dar certo? As reações dos críticos ao livro foram apenas razoáveis, mas os produtores de cinema viram muito potencial na trama. Os direitos estão comprados por Ridley Scott (Perdido em Marte), mesmo assim, Moira Young afirmou que não existem planos para começar as filmagens.
25. The Mortal Engines, de Philip Reeve
Após o apocalipse, a Terra está repleta de continentes vazios e cidades que se movem sobre rodas, para evitar os vulcões, tremores de terra e outras catástrofes. Londres é uma destas cidades motorizadas, na qual o aprendiz Tom consegue salvar o grande historiador Thaddeus Valentine, mas acaba envolvido em um plano maligno do governo local.
Por que pode dar certo? Este é um caso especial, pois The Mortal Engines ganhou uma versão em graphic novel, que torna a história bastante visual. Peter Jackson, deO Senhor dos Anéis, possui os direitos da obra desde 2009, mas nunca levou adiante a ideia de uma adaptação cinematográfica.

26. Ordem dos Arqueiros, de John Flanagan
No Reino de Araluen, o órfão Will torna-se aprendiz de arqueiro. Seu sonho é trabalhar para o Rei, livrando a região de ladrões e outros perigos. Para se tornar um grande arqueiro, Will tem a ajuda do melhor amigo Horace e do experiente mentor Halt.
Por que pode dar certo? Os doze livros da saga já venderam mais de 7,5 milhões de cópias, e têm um grupo ativo de fãs. Flanagan confirmou que um filme será preparado, caso os produtores da United Artists (que compraram os direitos em 2008) reúnam o ambicioso orçamento de U$100 milhões. O lançamento está previsto para 2017.

27. The Taking, de Melissa West
Um dia, a jovem Ari Alexander é surpreendida pelo garoto mais famoso de sua escola aos pés de sua cama. Este espião alienígena obriga-a a ajudá-lo, senão a raça extraterrestre vai destruir todos na Terra. Esta filha de militares, criada sob regras rígidas, aceita colaborar com o inimigo, e se apaixona por ele.
Por que pode dar certo? Espécie de Guerra dos Mundos + Crepúsculo + Cidades de Papel, a franquia literária tem sucesso entre os adolescentes. Embora os direitos ainda não tenham sido comprados, a história tem chances de agradar os mesmos produtores dos filmes acima.
28. Ashes of Twilight, de Kassy Tayler
Para fugir à colisão de um cometa, o planeta Terra foi coberto por uma enorme redoma, feita com a mais alta tecnologia. Wren MacAvoy trabalha como mineiro, mas está preocupado com a falta de minérios no local. Como seria a vida fora da redoma? Seu amigo consegue fugir e transmitir a mensagem de que não há perigo lá fora, mas sua audácia é punida com a morte. Wren decide que é hora de fugir dessa prisão.
Por que pode dar certo? A franquia é recente, mas tem despertado grande interesse. A escritora fala abertamente sobre seu desejo de adaptar a história em filme, e já anunciou seus atores ideias para a adaptação: Shay Mitchell (Pretty Little Liars) eChace Crawford (Gossip Girl).

29. The Mortal Coils, de Eric Nylund
Os gêmeos Eliot e Fiona levam a vida normal de adolescentes de 15 anos, até descobrirem que são filhos de uma deusa com Lúcifer. Suas vidas mudam completamente, pois os deuses criam três grandes testes heroicos para eles. Os irmãos são obrigados a se unirem para sobreviver.
Por que pode dar certo? Porque Nylund tem relatado vários encontros com produtores de cinema na intenção de vender os direitos de sua trilogia. Nenhum contrato foi assinado ainda, mas não foi por falta de persistência do autor.

30. Beta, de Rachel Cohn
Numa ilha artificial, desenvolvida para os moradores ricos viverem sem perigos ou problemas de saúde, Elysia é um clone robótico criado para servir os habitantes. Ela não deveria ter sentimentos nem vontades próprias, mas ela é um caso especial. Elysia tem que esconder a sua condição para permanecer viva.
Por que pode dar certo? Cohn já tem experiência em transpor suas obras ao cinema, por ter criado a história de Nick & Norah - Uma Noite de Amor e Música. Os direitos de Beta ainda não foram comprados, mas a saga recente tem uma história que pode agradar os produtores.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Bibliotecários - Uma profissão em vias de extinção?

Qual é o real cenário das Bibliotecas? Seu futuro é promissor? Como o profissional Bibliotecário pode contribuir para sua evolução? Ou será que o único destino é sua extinção? 
Sugerido pelo BibliotecAtiva esse artigo discute o futuro da profissão de Bibliotecário em Portugal, mas as sugestões são tão atuais e relevantes que pode ser aplicado em qualquer lugar do mundo. Confira e opine:
Ao longo deste artigo irei apresentar três cenários de futuro (horizonte temporal: 2025) para as bibliotecas: 

1. Cenário de extinção;

2. Cenário de evolução;

3. Cenário de transformação. 

Irei também apresentar os meus compromissos para o futuro: 

1. Apostar no permanente desenvolvimento profissional. 

2. Ser proactivo, criativo e inovador, q.b. 

3. Implementar serviços e projectos com real valor social. 

4. Defender as bibliotecas enquanto serviço público essencial. 5. Investir no processo de transformação das bibliotecas portuguesas.

CENÁRIOS DE FUTURO
Tendo em conta as grandes tendências de evolução actual, podemos apontar três cenários de futuro para as bibliotecas portuguesas (horizonte temporal 2025): 1. Cenário de extinção. 2. Cenário de evolução. 3. Cenário de transformação. Vejamos cada um deles em pormenor.

1. Cenário de Extinção

Foto Artigo Filipe Leal - SitePor detrás deste cenário encontra-se uma visão catastrófica sobre o futuro das bibliotecas que assume a inevitabilidade da sua extinção num horizonte temporal de médio prazo (10/20 anos).
Essa extinção ocorre pela incapacidade das bibliotecas responderem às mudanças sociais de forma eficaz, perdendo deste modo a sua pertinência e valor social.
Neste cenário a atitude dos profissionais caracteriza-se por uma inércia fatalista, onde parece que não há nada a fazer para além de esperar que o mundo siga o seu curso natural. Este é o menos provável dos três cenários.

2. Cenário de Evolução

A visão conservadora pressupõe que as bibliotecas conseguirão adaptar-se às mudanças sociais rápidas, profundas e irreversíveis, procedendo a pequenas alterações no paradigma tradicional que as caracteriza há cerca de 150 anos.
A cristalização institucional dai resultante é assumida como a melhor forma das bibliotecas manterem a sua identidade institucional e função social.
Neste contexto as bibliotecas são vistas como bastiões de resistência às mudanças do mundo trazidas pela Internet e pelos novos media. Este é o mais provável dos três cenários.

3. Cenário de Transformação

A concretização deste cenário implica a adopção de uma visão optimista em relação à capacidade das bibliotecas para se transformar de modo a responder às ameaças e às oportunidades colocados pelas mudanças sociais.
O processo de transformação passa por assumir o papel determinante dos profissionais na passagem de um paradigma tradicional (biblioteca centrada nos livros) para um novo paradigma (biblioteca centrada nas pessoas).
É um processo que se inicia num plano estratégico (visão) e se consubstancia num plano operacional (acção). Este é o mais desejável dos três cenários.

COMPROMISSOS PARA O FUTURO

Acredito que os profissionais das bibliotecas têm um papel central na transformação das organizações onde trabalham. Para isso têm, eles próprios, que se transformar no seu perfil e na sua prática profissional. No meu caso pessoal (que estou a meio da minha carreira) assumi conscientemente uma série de compromissos para o futuro.

1. Apostar no permanente desenvolvimento profissional

O perfil do profissional das bibliotecas tem mudado muito nas últimas décadas. Para além da tradicional formação em biblioteconomia, hoje em dia é fundamental o profissional ter conhecimentos e competências ao nível da gestão, das tecnologias, da comunicação, das literacias, etc.
A necessidade de uma permanente actualização de conhecimentos e competências implica um forte investimento no desenvolvimento profissional. Este deve ser feito dentro de uma dinâmica dialéctica: definição de novos mapas conceptuais / aplicação prática através de novas metodologias.
Esse processo de desenvolvimento profissional deve ser equacionado dentro de um conjunto complexo de factores.
Por um lado, os fortes constrangimentos financeiros actuais levaram a que as organizações tenham desinvestido na formação profissional dos seus técnicos. A principal restrição diz respeito às modalidade de formação presencial, que implicam custos de inscrição, deslocação, refeições, alojamento, etc.
Por outro lado, a utilização da Internet como plataforma de comunicação e interacção global tem permitido o surgimento de novas modalidades de formação profissional. Para além da aprendizagem mais formal (cursos online) tem surgido muitas outras modalidades de aprendizagem informal (webinários, tutoriais, conferências, masterclasses, canais video, canais podcast, etc.). Muitas destas novas modalidades são de acesso gratuito e universal.
A minha aposta no desenvolvimento profissional vai no sentido de adquirir  novos conhecimentos e competências através do recurso privilegiado a modalidades de aprendizagem informal. Sempre que possível irei também frequentar eventos. Seja num âmbito mais restrito (área das bibliotecas, literacias, leitura, políticas culturais) como num âmbito mais alargado (área das tecnologias, do marketing digital, da inovação e empreendedorismo, da gestão de projectos e de liderança de equipas.).
Entre os temas que mais me interessam aprofundar num futuro próximo gostaria de destacar os seguintes: definição e avaliação de políticas públicas, metodologias de envolvimento das comunidades, modelos de organização espaço-funcionais, desenvolvimento de projectos de literacia digital, estratégias alternativas para a promoção da leitura.

2. Ser proactivo, criativo e inovador, q.b.

Algumas das características que considero mais marcantes na minha prática profissional gostava de destacar três que considero determinantes para o futuro: ser proactivo, ser criativo, ser inovador.
A proactividade é sem dúvida uma característica profissional que pode determinar o sucesso ou o fracasso da organização para a qual trabalhamos. Podemos enumerar alguns exemplos práticos dessa proactividade. Levar a biblioteca para fora de portas ao encontro da comunidade. Desenvolver novos serviços e actividades. Estabelecer parcerias estratégicas com empresas e instituições. Captar recursos fora da organização onde a biblioteca se integra. Persuadir os decisores políticos sobre a afectação de recursos estratégicos.
A criatividade é uma característica profissional que ultrapassa em muito o expediente de trabalhar com escassos recursos usando a imaginação. Cada vez a criatividade é determinante para conceber, planear, organizar e implementar novos serviços, actividades ou metodologias. A criatividade trás também para as bibliotecas uma dimensão onírica e sensível que se contrapõe à abordagem estritamente tecnocrata ou burocrata.
A inovação é uma característica profissional intimamente relacionada com a capacidade de encontrar novas soluções para os mesmos problemas ou para novos problemas. A inovação, para ser consequente, deve surgir dentro de uma cultura organizacional fecunda e de um modelo de desenvolvimento sustentável. Fazer algo novo só por fazer pode não ser o melhor caminho. Mais do que boas ideias precisamos de bons projectos.
Mas, independentemente das três características anteriormente enunciadas (proactividade, criatividade, inovação), o ambiente organizacional acaba por ser determinante. É um permanente conflito entre a inovação & criatividade e a resistência à mudança, entre o status quo e o pensar fora da caixa. Daí a assumpção do q.b. (quanto baste) como estratégia de sobrevivência dentro do exercício de inteligência organizacional.
Refiro também que, cada vez mais, não restrinjo a minha prática profissional à organização para a qual trabalho (Câmara Municipal de Oeiras). Foi a forma que encontrei para ultrapassar os constrangimentos que identifiquei anteriormente. A criação e dinamização da BibliotecAtiva entronca nesta opção estratégica.

3. Implementar serviços e projectos com real valor social

A biblioteca enquanto mundo fechado sobre si mesmo pertence ao passado. Cada vez mais a biblioteca é uma organização centrada na satisfação das necessidades, interesses e gostos das pessoas que serve.
Para garantir que a biblioteca tem um real valor social há que garantir o envolvimento da comunidade, desde a fase de concepção e planeamento. Esta máxima é verdadeira ao nível da organização dos espaços, da gestão das colecções, da disponibilização de serviços, do desenvolvimento de actividades e da afectação de recursos estratégicos.
A monitorização do funcionamento da biblioteca deve ser um permanente processo consultivo virado para fora. Mais do que validar a conformidade da aplicação de regras, métodos e procedimentos, a verdadeira qualidade das bibliotecas mede-se pelo grau de satisfação dos seus utilizadores.
Para além dessa dimensão da gestão corrente há que entrar na dimensão da gestão estratégica. A biblioteca está a cumprir efectivamente a sua missão institucional? É uma organização socialmente relevante? Tem um impacto social efectivo? Faz um esforço por acompanhar as tendências de evolução social?

4. Defender as bibliotecas enquanto serviço público essencial

O papel dos profissionais na defesa das bibliotecas enquanto serviço público essencial é determinante.
Para além do seu trabalho quotidiano, os profissionais têm um papel determinante na sensibilização dos decisores políticos e dos membros da comunidade sobre o papel e o estatuto social das bibliotecas.
Neste âmbito, defendo que é do âmbito do exercício profissional a definição de políticas públicas, de programas e de planos que, depois de sancionados pelas instituições tutelares, serão levadas ao terreno.
A defesa do serviço público pode também, em última instância, passar pela mobilização da opinião pública e pela criação de movimentos cívicos. Também aqui os profissionais têm um papel fundamental a desempenhar.
Em suma, cada vez mais os profissionais são agentes de sensibilização e de mobilização social em defesa do serviço público prestado pelas bibliotecas.


5. Investir no processo de transformação das bibliotecas portuguesas

Acredito que os profissionais são os agentes de transformação das bibliotecas. Mais do que os decisores políticos. Mais do que os fazedores de opinião. Mais do que os líderes da comunidade. Mais do que os utilizadores regulares. São os profissionais que transportam a visão de futuro das bibliotecas.
Todavia, transformar as bibliotecas não é um processo utópico é um processo circunstanciado. Cada biblioteca é um caso único, a materialização de um modelo global em condições locais. Nestas condições, cada profissional deve centrar os seus esforços em transformar quotidianamente a sua biblioteca.
Para que isso seja possível torna-se fundamental criar um movimento colaborativo de transformação. A BibliotecAtiva pode ser um dos catalisadores desse movimento.
No que me diz respeito estou totalmente empenhado neste projecto. É a minha forma de pôr em comum convosco o conhecimento e experiência que adquiri ao longo dos últimos vinte anos. É a minha forma de pôr em comum convosco o fascínio e a incerteza com que perspectivo os próximos  vinte anos. Juntos chegaremos mais longe.
Somos uma profissão em vias de extinção? Não me parece. Somos uma profissão em transformação.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

15 livros que todo bibliotecário deveria ler

Dar de presente livros a um bibliotecária(o)s é quase impossível, principalmente para quem não está antenado as novidades da cultura literária. Se esse é o seu caso, fique atento a esta seleção super interessante que os Bibliotecários Sem Fronteiras fizeram:
bibliotecaria
A jovem Regina Finch acaba de chegar a Manhattan para trabalhar na Biblioteca Pública de Nova York. Mas o que parecia ser a promessa de uma rotina tranquila em meio a clássicos da literatura logo se revela um irresistível jogo de sedução quando ela conhece o envolvente Sebastian Barnes, investidor da instituição e um dos homens mais cobiçados da cidade, que fica obcecado pela beleza da bibliotecária.
bibliotecario
Frequentador, pesquisador e curador de importantes exposições sobre o acervo da Biblioteca Nacional, o escritor homenageia a instituição e faz uma declaração de amor a todos os bibliófilos e leitores em O bibliotecário do imperador. Seu personagem é Ignácio Augusto Cesar Raposo, bibliotecário de dom Pedro II. Este homem real, que foi testemunha dos bastidores do Palácio de Petrópolis e da Corte no Rio de Janeiro, é usado pelo autor como um fio-condutor, para que ele apresente as alterações no tabuleiro de poder e na vida cotidiana do Rio de Janeiro a partir da Proclamação da República.
bibliotecaria moderna
A obra conta a história de uma bibliotecária e suas passagens de vida na profissão. Suave como o vôo da borboleta na tundra siberiana que afeta toda a estrutura do Planeta, Dulce transmite por meio de suas impressões a impressão de que as fichas catalográficas e todos os demais registros técnicos de seus afazeres não passavam de suportes materiais de leitura do mundo, tais como as cartas estão para as cartomantes e as moedas chinesas furadas ao meio estão para os intérpretes do I Ching.
amor biblioteca
O professor Jean Marie Goulemot é um ávido leitor e também um grande frequentador de bibliotecas. Assim, nesta obra praticamente autobiográfica, que remonta às suas principais lembranças, ele nos relata suas andanças por bibliotecas da França, Espanha e Estados Unidos. Traz, portanto, uma narrativa desses caminhos percorridos, mas também serve de mote para que debata sua visão romântica dessas instituições. Goulemot discute e defende a prática da leitura pública, dos espaços comunitários em que indivíduos com sede de conhecimento se reúnem para ler. Por isso critica, de certa forma, o uso da tecnologia nesses ambientes, que estaria criando um processo de distanciamento social diante da consulta a distância de livros. Com o intuito de cativar o leitor para levá-lo a locais de relação com o livro e com outros curiosos, este ensaio é um convite às bibliotecas em qualquer lugar do mundo.
o livro roubado
O livro roubado traz os jovens detetives André e Gordo na busca pela primeira edição de Histoires extraordinaires, coletânea de contos de Edgar Alan Poe que, reza a lenda, traz sorte a seu possuidor, e foi roubada da casa de um milionário.
fantasmas na biblioteca
As bibliotecas são seres vivos à imagem da nossa complexidade interior, e compõem um labirinto do qual poderemos não conseguir sair. Na verdade, os milhares de páginas que ocupam as nossas estantes estão povoadas de fantasmas que, uma vez encontrados, nunca nos largarão. Um livro para quem gosta de livros. Para bibliotecários. Para livreiros. Leitores fanáticos que perseguem livros quando são perseguidos pela fome de ler. Para devoradores de livros que nunca desistem. Para todos os que acham que os fantasmas se escondem na biblioteca.
biblioteca
O livro Além da Biblioteca reúne obras que encontram sua configuração ideal no livro, evidenciando dois aspectos objeto: sua forma e seu conteúdo funcional. Os trabalhos apresentados levantam especificidades formais do livro, que não deve ser visto como mero objeto, e sim como uma seqüência de espaços, na definição de Ulises Carrión. As obras expostas aqui exploram a espacialidade do livro com a naturalidade de quem pertence ao universo criado por esse objeto, que é ao mesmo tempo mundano e enigmático. Este livro apresenta o atlas geográfico, o álbum de figurinhas, o dicionário, a enciclopédia, o romance, o caderno de desenho, o caderno de partitura, o livro de poesia, etc. Ao lançar um olhar sobre obras de arte que são livros, Além da Biblioteca disponibiliza ao público um recorte significativo da produção de arte contemporânea, respeitando as necessidades expositivas peculiares do livro de artista.
biblioteca alquimista
A Biblioteca Perdida do Alquimista é o segundo livro da trilogia medieval protagonizada pelo mercador Ignazio de Toledo.Primavera de 1227. A rainha de Castela desaparece de forma misteriosa. Estranhos boatos correm pelo reino e alguns sugerem até uma intervenção do maligno. Ignazio de Toledo é convocado por Fernando III, o Santo, à sua corte e incumbe o mercador de relíquias de procurar a rainha, presumivelmente sequestrada pelo conde de Nigredo, um alquimista. Em Córdova, para onde foi convocado, Ignazio encontra um velho magister que lhe fala de um livro que todos procuram e que poderá fornecer-lhe indícios sobre o sucedido. Mas no dia seguinte o velho magister é encontrado morto, envenenado…
bibliotecas do mundo
Conheça a história de bibliotecas clássicas, modernas, exóticas e até daquelas que sobreviveram à guerra, neste livro, elas são contadas por personagens de conto de fadas, animais falantes, filósofos da Antiguidade e bibliotecários, que viveram essas aventuras pessoalmente. Em forma de conto, são ilustradas por grandes artistas, de traço e estilo variados, ampliando o universo da escrita e da imagem sobre os mais diversos lugares e épocas.
biblioteca rato
O pequeno rato é o alvo da raposa. Ele corre o mais rápido que pode e passa por lugares apertados na tentativa de fugir, mas a raposa continua a sua caça. O rato descobre sua salvação em uma biblioteca, repleta de livros com histórias e novidades, onde apresenta um mundo muito maior à raposa. Ela nunca tinha ouvido falar daquilo: “bibioteca???”. E logo esquece o rato para se aventurar num novo desafio: aprender a ler.
biblioteca escolar
Esta obra contribui para que bibliotecários e educadores estabeleçam e aperfeiçoem práticas que tornem a biblioteca também um espaço de aprendizagem. Mostra que uma prática baseada em evidências, ou seja, embasada em resultados de pesquisas sobre bibliotecas escolares e a subsequente reflexão sobre eles, pode proporcionar ideias inovadoras que apurem as práticas educativas de bibliotecários. E quem sabe, assim, essas ideias inspirem os profissionais a investigar a realidade da biblioteca escolar no Brasil, descobrindo novas evidências que permitam ampliar o seu papel educativo.
biblioteca escola
A obra descreve a biblioteca escolar como um recurso educativo imprescindível para a promoção da cultura escrita e o desenvolvimento das competências básicas. Aborda a necessidade de a biblioteca participar das ações estratégicas para incentivar e dar apoio às situações de aprendizagem que requerem o uso de materiais (impressos e digitais) e de auxiliar efetivamente no desenvolvimento pedagógico. O livro apresenta ainda um modelo útil e realista para a implantação da biblioteca no sistema educacional.
brasiliana mindlin
A difícil tarefa foi a de selecionar entre o vastíssimo acervo as obras que merecem o destaque não só por sua raridade, mas que abordam fatos singulares e de grande valor para a cultura brasileira. Os textos apresentam as principais vertentes da coleção, e são acompanhados de imagens das páginas de rosto e de curiosidades das obras, trazendo também comentários do bibliófilo discorrendo sobre suas particularidades e a história de suas aquisições.
tao falada biblio
A Biblioteca de José e Guita Mindlin reúne raridades bibliográficas que já foram comentadas e descritas em outras ocasiões, mas um pormenor das edições ainda não havia sido destacado – as dedicatórias de seus autores. As dedicatórias que compõem este livro foram selecionadas de alguns exemplares pertencentes ao acervo da Biblioteca e pertencem a autores como Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Antonio Candido, Renina Katz, Raquel de Queiroz, Manuel Bandeira e muitos outros.
assassinato biblioteca
A bibliotecária do tradicional Colégio Santa Maria, em Santos, é assassinada na manhã em que o desajustado Igor se escondeu na biblioteca para matar aula. Cabe agora a ele descobrir o assassino nesta trama de suspense, reviravoltas e novos assassinatos, que estão ligados a um crime ocorrido há quase 40 anos, durante a ditadura militar. Este é o mote do lançamento “Assassinato na biblioteca”, de Helena Gomes

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Na estréia de hoje No Coração do Mar uma releitura do clássico de Nathaniel Philbrick

Nos cinemas de hoje um drama dirigido por Ron Howard baseado no famoso livro de mesmo nome de Nathaniel Philbrick. No Coração do Mar faz uma releitura cheia de efeitos especiais e estrelas do cinema, começando pelo papel de Owen Chase  vivido por Chris Hemsworth (Thor - Marvel). Sua estréia está marcada para hoje (03-12)


Sinopse do Filme: Inverno de 1820. O navio baleeiro Essex parte em busca de óleo de baleia. 

O navio é liderado pelo nada experiente capitão George Pollard (Benjamin Walker), que tem Owen Chase (Chris Hemsworth) como seu primeiro oficial. 

Owen sonha em ser capitão e tem o objetivo de superar a meta traçada por seu empregador. 

Eles navegam por meses em busca de baleias, mas quando encontram se deparam com uma grande ameaça, uma gigantesca baleia branca que irá lutar por sua sobrevivência e acabará atacando o navio e sua tripulação.







Atores e atrizes: 
  • Chris Hemsworth
    Chris Hemsworth
    Personagem: Owen Chase
  • Benjamin Walker
    Benjamin Walker
    Personagem: George Pollard
  • Cillian Murphy
    Cillian Murphy (Espantalho no filme Batman Begins)
    Personagem: Matthew Joy
  • Ben Whishaw
    Ben Whishaw
    Personagem: Herman Melville
  • Tom Holland (II)
    Tom Holland (em junho de 2015 foi escolhido para viver Peter Parker/Homem Aranha)
    Personagem: Young Thomas Nickerson
  • Brendan Gleeson
    Brendan Gleeson
    Personagem: Old Thomas Nickerson
  • Charlotte Riley
    Charlotte Riley
    Personagem: Peggy
  • Frank Dillane
    Frank Dillane
    Personagem: Owen Coffin
Trailer: 

No Coração do Mar é um dos livros escritos por Nathaniel Philbrick  a história fala sobre a perda do Whaleship Essex, no Oceano Pacífico em 1820. 

O Essex, um americano de Nantucket, Massachusetts, que afundou depois de ter sofrido um ataque por um cachalote (O cachalote ou cacharréu, é o maior animal com dentes existente. Mede até 25 metros de comprimento) no Oceano Pacífico em novembro de 1820. 
Depois de ter perdido seu navio, a tripulação do Essex tentou navegar para a América do Sul em baleeiras. Depois de sofrer de fome e desidratação, a maioria da tripulação morreu antes que os sobreviventes foram resgatados em fevereiro 1821. 
Ao recontar a história da provação da tripulação, Philbrick utiliza um relato escrito por Thomas Nickerson, que era um adolescente a bordo do Essex e escreveu sobre a experiência em sua velhice.