sexta-feira, 11 de março de 2016

Confira as fotos da comemoração ao DIA DO BIBLIOTECÁRIO de hoje no Auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes


Aconteceu hoje a comemoração ao DIA DO BIBLIOTECÁRIO no Auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes - Unicamp - Campinas/SP  com a presença ilustre da Dra. Asa Fujino ECA/USP palestrando sobre "Bibliotecários e Usuários: desafios na busca de uma interlocução significativa".

Confira as fotos:















































quarta-feira, 9 de março de 2016

Ciclo de palestras em comemoração ao DIA DO BIBLIOTECÁRIO - Campinas

Acontece na próxima sexta-feira (11/03) o Ciclo de palestras em comemoração ao DIA DO BIBLIOTECÁRIO no Auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes - Unicamp - Campinas/SP, confira abaixo a programação e a ficha de inscrição:
Data: 11/03/2016

Local:
Auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes
Endereço: Rua Sérgio Buarque de Holanda, 421,
Cidade Universitária "Zeferino Vaz", Distrito de Barão Geraldo
Campinas - SP - Brasil
Número de vagas: 119* (não haverá nenhum critério de seleção, no entanto, consideraremos a ordem de inscrição para o fechamento das vagas)


Programação


14h Abertura Mestre de Cerimônia
-Apresentação texto sobre o dia do bibliotecário


14h30min. Pronunciamento de Abertura
- Regiane Bracchi / SBU UNICAMP
- João de Pontes Junior / CRB8
- César Antonio Pereira / FABI PUC-Campinas


14h40min. Mestre de Cerimônia: apresentação palestrante
Palestra: "Bibliotecários e Usuários: desafios na busca de uma interlocução significativa".

Palestrante: Asa Fujino ECA/USP

15h40min. Perguntas

15h55min. Considerações finais

16h Coquetel

Formulário a ser preenchido e impresso

segunda-feira, 7 de março de 2016

Bibliotecas como coworkings, startup, incubadoras e investidores de negócios

Que tal ver a Biblioteconomia como coworkings, startup, incubadoras e investidores de negóciosO post de hoje vem contribuir para o crescimento do profissional de Biblioteconomia na Era Digital oferecendo uma nova linha de pensamento sobre a profissão e seu ambiente de trabalho, confira:

Bibliotecas como coworkings, startup, incubadoras e investidores de negócios
Por Marcelo Cristovão e Priscila Frevier
O conceito co-working, surgiu no Estados Unidos, mas não é tão disseminado ainda no Brasil, como aonde nasceu. Mas sem duvida não para de crescer. Essa palavra significa escritórios compartilhados ou espaços de trabalhos compartilhados, Isto é, o empreendedor aluga o espaço , pode ser uma sala individual com uma ou mais mesas, pode ser uma sala de reunião, para encontro com possíveis clientes ou investidores. Além disso compartilham valores com outros utilizadores e encontram união e cooperação mutua necessárias para fazer prosperar a sua ideia ou negócio.  E podendo utilizar a infraestrutura do local como, internet, copa, sala de convivências, onde você pode interagir e trocar idéias com outros indivíduos empreendedores da mesma área de atuação que a sua ou de outras diversas áreas ( SPINA, 2012).

As bibliotecas estão vivenciando uma crise resultante do surgimento e crescimento da utilização da internet e dos equipamentos e aparatos tecnológicos, que são acessíveis nos dias de hoje, e é utilizado por uma grande parte da população, esse uso é mais expressivo nos países mais desenvolvidos.
Neste contexto, as bibliotecas  se depararam com novos desafios e oportunidades, com isso não poderiam deixar de se adaptarem as novas tendências e necessidades da sociedade, reinventando seus papéis ou simplesmente criando novos.
Em alguns tipos de bibliotecas é possível verificar que os usuários a usam como locais de trabalho, mas eles tinham que se adaptar às políticas de utilização, muitas vezes restritivas mais afastando os usuários do que propriamente oferecendo um ambiente aberto e propício para serem usados sem tantos entraves.
Atualmente, existem diversas bibliotecas que oferecem ambientes que podem ser utilizados como espaço de trabalho, que tem um nível ruído menor do que estamos acostumados em uma sala estudos em uma biblioteca, possibilitando o uso de telefones celulares, assistir a vídeos, etc. Esses espaços podem ser destinados  a empreendedores ou trabalhadores autônomos, possuindo muitas vezes auditórios, oficinas, laboratórios, etc como é o caso da Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro e a Biblioteca São Paulo, construída no antigo Carandiru.
No artigo de Ferreira, Vieira, Correia, Marques e Mangas apresentam as bibliotecas públicas como espaços de coworking.  Um outro bom exemplo de uma biblioteca pública como um espaço coworking pode ser visto  na  Biblioteca Pública de Scottsdale, que fica no Arizona , no Estados Unidos, foi criado uma espaço chamado Coworking Spaces, onde é possível reservar auditórios, sala multiusos, sala de reuniões. Esses serviços podem ser utilizados durante o horário de funcionamento da biblioteca, inclusive aos domingos. São espaços gratuitos de partilha de ideias e de conhecimento que podem servi como local  de trabalho, onde além de poderem utilizar os recursos da biblioteca, também tem a ajuda de funcionários da biblioteca, que são especializados pela própria universidade para atender esses usuários.
Com essa mudanças algumas bibliotecas passaram a ser um ambiente de co-working e incubadoras de ideias. Esse espaço devem ser utilizados por empreendedores startups que estão começando seu negócio,  que precisam economizar, que queiram aumentar seu network ( rede de contatos), ou simplesmente aprimorar sua ideia inovadora. Além do espaço, as bibliotecas também podem oferecer recursos e serviços voltados para as necessidades desses empreendedores que querem começar novos negócios ou mesmo criarem produtos inovadores.
Para os bibliotecários que estão pensando em empreender, é importante conhecer a estrutura e funcionamento das incubadoras, das aceleradoras e dos investidores de negócios pretendidos para fazer as escolhas, para tomar as decisões adequadas sobre seu negócio e conhecer as possibilidades que tem para iniciar ou alavancar seu empreendimento. Além disso, os bibliotecários com perfil intraempreendedor podem oferecer esses espaços dentro de ambientes apropriados em bibliotecas para promover essas instituições e novos negócios.
Na década de 90, nos Estados Unidos, o empreendedorismo startup começou a ganhar destaque. De acordo com Toledo [2014], o termo startup ficou mais famoso durante a primeira grande bolha da internet (dot-com bubble), nos Estados Unidos, entre 1995 e 2000. Significava uma ou mais pessoas, executando uma ideia, para possivelmente se tornar uma empresa rentável.
Já no Brasil, o empreendedorismo startup ficou conhecido somente entre os anos de 1999 a 2001, com a sua atuação no mercado eletrônico (ALENCAR, 2012). É importante mencionar que “a palavra “empreendedor” (entrepreneur) tem origem francesa e quer dizer aquele que assume riscos e começa algo novo.” (DORNELAS, 2014).
Duton (2012) afirma que “uma startup pode ser considerada “uma empresa emergente de grande potencial”, ou ainda, “uma empresa projetada desde o início pra ser grande!”. Desta forma, apontamos o empreendedorismo startup como empresas novas, ou seja, empresas incubadoras de empresas.
Para Gitahy (2011), o termo startup é definido como “um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza”. Em meio a esta definição, definir alguns conceitos considerados fundamentais para entender o funcionamento de uma startup.
Começamos pelo cenário de incertezas que está relacionado com a ideia do projeto e também com a percepção de estar ou não no caminho certo. Já o modelo de negócios está ligado ao poder de gerar valor. As startups cresceram muito, principalmente no ramo da tecnologia, como por exemplo, na criação de aplicativos e no e-commerce.
Desta forma, percebemos que há a necessidade de ter um excelente modelo de negócio e um plano de negócio bem feito para atrair investidores para uma startup.
ASSESSORIA PARA NEGÓCIO
Uma forma de iniciar bem um negócio é contar com a ajuda de uma assessoria para negócio. São elas que auxiliarão o empreendedor a passar pela primeira fase, que pode ser dita como a fase mais difícil do empreendimento, que é a sobrevivência. O dono do negócio por mais confiante que seja, se não estiver bem amparado na fase inicial do seu empreendimento, podem aparecer dificuldades e problemas, na qual não saberá resolver, podendo transforma seu sonho em pesadelo de uma hora para outra (DORNELAS, 2008). 

Adiante será mostrada algumas assessorias para negócios.
1) Incubadoras de empresas
Segundo Dornelas (2014), as incubadoras de empresas são entidades sem fins lucrativos, destinadas a amparar o estágio inicial de empresas nascentes que enquadram em determinadas áreas de negócios.
As incubadoras de empresas têm por finalidade disponibilizar suporte para os empreendedores no estagio inicial de seu negócio, para que eles desenvolvam ideias inovadoras e que possa transformá-las em empreendimentos de sucesso. Para isso, as incubadoras oferecem infraestrutura, como laboratórios, telefone, internet, copiadoras, correios, luz, água, segurança, aluguel de área física etc. e suporte gerencial,esses serviços são compartilhados, é pago uma taxa mensal para a utilização desses. Essas incubadoras orientam os empreendedores quanto à gestão do negócio e sua competitividade, entre outras questões importantes e essências ao desenvolvimento de uma empresa de sucesso (DORNELAS, 2014; ANPROTEC , 2011).
A Anprotec (2011) realizou um estudo juntamente com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), onde concluiu que o Brasil tem 384 incubadoras funcionando, nelas estão abrigadas 2.640 empresas. Essas incubadoras graduaram mais de 2.509 empreendimentos.
Segundo a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (2014), as incubadoras de mais destaque no Brasil são: Bio-Rio (Rj); Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas – CELTA (SC); Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial – CIDE (AM); Cietec (SP); COPPE-RJ (RJ); Incamp (SP); Incubadora de Empresas Habitat (MG); Incubadora de Empresas Padetec (CE); Incubadora de Empresas e Projetos do Inatel (MG); Incubadora de Empresas Uniderp/Interp (MS); Incubadora Multisetorial de Base Tecnológica e Inovação Raiar (RS); Incubadora Tecnológica de Campina Grande (PB);  Incubadora Tecnológica de Curitiba (PR); Inova- UFMG (MG); Instituto Gene Blumenau (SC); Instituto Gênesis/PUC-RJ (RJ); Midi Tecnológico (SC); Multi-incubadora do CDT/UNB (DF); Núcleo de Empreendimento em Ciência, Tecnologia e Arte – Nectar (PE) e Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica da UFPA (PA).
Para ser uma empresa incubada , o empreendedor e sua empresa participam de um processo seletivo na incubadora pretendida, devendo apresentar entre outros documentos, um plano de negócios bem elaborado, que é um do documentos mais importante para esse processo.
2)Aceleradoras de empresas
Uma outra opção de assessoria são as aceleradoras, que se paracem com as incubadoras em diversos aspectos. As aceleradoras são entidades privadas, que visam ao lucro e trabalham como capitalista de risco, ou seja, além de oferecerem infraestrutura, suporte e auxílio na gestão, entram também com o capital essencial para começar o negócio em troca de uma participação no empreendimento, diferente das incubadoras, que costumam cobrar pequenos valores somente pela utilização da infraestrutura oferecida. Ela pode ser procurada tanto em fase de  constituição do empreendimento ou já em desenvolviemento  (DORNELAS, 2014; SPINA, 2013).
No Brasil existem mais de 30 aceleradoras, algumas delas são a 21212 ( Rio de Janeiro), Germinadora ( São Paulo), 85 labs ( Ceára), Estarte.me ( Rio Grande do Sul) entre outras (ANJOS DO BRASIL, [2014?]).
Além das incubadoras e aceleradoras , que ajudam potenciais empreendedores de startups de sucesso abrir suas empresas, existe os investidores de negócios que podem ser uma opção para que o sonho de alguns empreendedores se realizem.
INVESTIDORES DE NEGÓCIO
A falta de capital para transformar a ideia em realidade é um mal que prejudica muitos empreendedores. Mas, existem diversos investidores de negócios interessados em investir em ideias inovadoras.  A seguir são apresentadas, alguns de vários investidores de negócios e quais são mais procurados de acordo com a fase em que as empresas se encontram.
Fase inicial do empreendimento ( fase de constituição):
  • Investimento de economia pessoal, família, amigos: é um tipo de financiamento mais comum, onde é valorizada a confiança e amizade. Nesse tipo de investimento a amizadade e a confiança entre as pessoas e o empreendedor vale mais que um plano de negócios .O financiamento pode ser por meio de empréstimo (dívida) ou equidade (participação no negócio). Além de recorrer aos familiares e amigos, o empreendedor também pode usar as suas economias.  (DORNELAS, 2014).

  • Investidores Privados (Angel investor): são conhecidos também como investidores anjos, são pessoas físicas que investem seu capital disponível em idéias inovadoras, empreendimentos  startups. Para que isso ocorra, é analisado muito bem o plano de negócios e o potencial da empresa. Em troca desse investimento, eles ficam com uma participação acionaria ou de uma quota do capital social da empresa  que investiram. Esses tipos de investidores  se envolvem na gestão do negócio,e gostam de dar conselhos e de opinar (GITAHY, 2011; ANJOS DO BRASIL, [2014?])

Fase de desenvolvimento (fase de expansão):

  • Capital de risco (Venture capital):  os investidores de capital de risco, geralmente são grandes bancos de investimentos, que tem em sua equipe profissionais de altíssimo nível e com uma gama de experiências no mercado financeiro, que estão acostumados a administar grandes quantias de dinheiro. Essa empresa tem como sua principal função encontrar empreendimentos  com um alta capacidade de desenvolvimento em cerca de três a cinco anos, que possam ter retornos sobre o capital que foi investido , bem acima da média do mercado. Por isso esse nome, capital de risco ouventure capital. Para que o empreendedor consiga fazer com que um capitalista de risco , aplique dinheiro em sua empresa, ele deve mostrar que suas empresas tem alguma características essenciais que são, uma ótima equipe de gestão, um excelente plano de negócios, um mercado- alvo significativo e em desenvolvimento e uma idéia que realmente seja inovadora (DORNELAS, 2014)
É de extrema importância ressaltar que um  plano de negócio bem elaborado é uma ferramenta esencial para  empreendedor que está em busca de um investidor, é a partir da analise dessa ferramente que os investidores poderão decidir por investir ou não no empreendimento. 

EMPREENDEDORISMO STARTUP NA BIBLIOTECONOMIA
Na Biblioteconomia, empreendedorismo startup ainda é pouco difundido, mas pode ser identificado  algumas práticas empreendedoras nesse modelo de negócios.
Nos últimos meses foram destacados o serviços de aluguel oferecido pela empresa Amazon. Onde o leitor pode ter acesso a mais de 600 mil títulos por um preço fixo ao mês. Esse tipo de serviço também vem sendo disponibilizado por outras empresas que perceberam um promissor segmento de negócio. Esse serviço também é conhecido como “ netflix para livros”. Além da Amazon, esse serviços para aluguel ou assinatura ebooks tembém são oferecidos por outras empresas como, Scribd, Oyster Books e o Entitle, nos Estados Unidos. Já no Brasil, temos a Árvore de Livros e o Nuvem de Livros (SANTIAGO, 2014; SERRA, 2014)
Nos infográficos a seguir pode ser visto quanto custam esses serviços, a quantidade de títulos em seus acervos, valores, disponibilidade por localidade:

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Fonte: Folha de São Paulo, 2014.

Na Amazon, o dono de qualquer modelo de Kindle, e que seja membro do programa Amazon Prime,pode fazer o empréstimo de livro digital, por tempo indeterminado. Só será feita autorização de um novo empréstimo quando o título que estava com o leitor for devolvido (AMAZON, 2014).

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Fonte: Folha de São Paulo, 2014.

No Árvore de Livros o leitor pode fazer o empréstimo e ler qualquer e-books que esteja disponível na Biblioteca digital, podendo utilizar-se até três obras ao mesmo tempo. O empréstimo é feito no periodo de duas semana. Ao término desse período o título sai da estante virtual do usuário e volta para o acervo da biblioteca digital. (ÁRVORE DE LIVROS, 2014).
Nuvem de Livros  o usuário pode ter acesso a milhares de títulos, como audiolivros, vídeos, teleaulas etc. Pode ser acesso diretamente do computador, celular ou tablet é um serviço oferecido para clientes da operadora Vivo. O período de assinatura pode ser semanal ou mensal, com renovação ocorrendo de forma automática . (NUVEM DE LIVROS, 2014).
Apesar desse segmento levantar diversas questões ainda, como “Como os autores e editores vão reagir? Será que as grandes editoras (Big five) vão negociar com a Amazon a inclusão de seus títulos nesse serviço? O que a oferta de aluguel pode representar à cadeia produtiva do livro? E as bibliotecas, ainda terão seu espaço assegurado? Que tipo de leitor terá interesse nesse serviço? “(SERRA, 2014).
Esse segmento de negócio é muito promissor, pois o livro digital é uma opção de acesso à informação e que é utilizada a todo tempo nos dias hoje.

Artigo Escrito e Publicado por Marcelo Cristovão e Priscila Frevier no site http://empreendebiblio.com/bibliotecas-como-co-workings-startup-incubadoras-e-investidores-de-negocios/ 

quarta-feira, 2 de março de 2016

O empreendedorismo e a Biblioteconomia

Empreendendo na Biblioteconomia - OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS E NOVOS CENÁRIOS PARA O MERCADO NA ÁREA DE INFORMAÇÃO PARA BIBLIOTECÁRIOS EMPREENDEREM

Artigo escrito e publicado por Douglas Felipe Andrade, Nathalia Lima Romeiro e Victor Rosa Soares 
O empreendedorismo surgiu nas ciências administrativas e no espaço empresarial que é onde cada vez mais bibliotecários estão criando seus próprios negócios empreendendo  para suprir demandas da sociedade, seja por meio de consultorias às organizações, realizando capacitações ou prestando serviços na área de informação.
Na história da Biblioteconomia, sabe-se que com a invenção da imprensa por Gutenberg no século XVI houve uma multiplicação dos livros valorizando a atuação dos bibliotecários na organização, controle, disseminação e acesso às obras.
Burke (2002) explica que a tarefa de encontrar informações em livros é dificultada quando não há uma organização e facilitada pelo fato da informação ser registrada. Aos poucos se desenvolveram catálogos e bibliografias que facilitam o acesso a informações desejadas.
Segundo Popper (2003), no século XX, após a Segunda Guerra Mundial, o renascimento científico acarreta no fenômeno “explosão da informação”, relacionado mais uma vez ao excesso de informação produzida e registrada.
Dentro desse contexto de “boom informacional” e entendendo a informação como registro em algum suporte, percebe-se duas tarefas essenciais do bibliotecário: tratar/organizar esta informação para ser recuperada e disseminá-la para que seja útil para a sociedade, mercado e pesquisadores em geral.
Disseminá-la de modo a suprir as demandas de seus usuários, ou em um contexto mais empreendedor: de seus clientes. Empresas e profissionais que necessitam de informações precisas podem contar com o trabalho ou com os serviços prestados por um bibliotecário que tem as competências necessárias para agregar valor ao negócio e também gerar um diferencial competitivo para essas organizações.
Como exemplo, sabe-se que bibliotecários conhecem as fontes de informação e diversas empresas precisam de informações geográficas e/ou estatísticas e precisam ter um profissional adequado para encontrá-las, filtrá-las e tratá-las para que possam ser usadas em uma tomada de decisão estratégica.
O bibliotecário é o profissional ideal para suprir estas necessidades informacionais.   O conceito de necessidade informacional definido por Wilson em 1981 descreve uma experiência subjetiva que ocorre apenas na mente de cada indivíduo, não sendo, portanto, diretamente acessível ao observador.
A necessidade só pode ser descoberta por dedução, através do comportamento, ou por um ato de enunciação da pessoa que a detém. Esse caráter subjetivo já estava evidente na definição formulada por Burnkrant em 1976, na qual o autor afirmava que a necessidade informacional era a representação cognitiva da futura conquista de um desejo (SILVEIRA-MARTÍNEZ; ODDONE, 2007, p. 119)
A necessidade informacional de um usuário pode ocorrer através de uma pergunta que ele se faça e para a qual ele não tem a resposta. Segundo Pereira (2008), uma necessidade informacional representa uma lacuna entre o que o usuário sabe e o que ele deseja saber e, a partir disso, busca informações que possam suprir esta necessidade para seu uso.
Deste modo, o bibliotecário se insere no contexto de buscar a informação desejada. Trazendo para o ambiente dos negócios, pode-se trocar o termo indivíduo por empresa e usuário por cliente.
Bibliotecários podem ter as empresas como clientes, pois estas empresas possuem necessidades informacionais e no campo mercadológico, perder tempo é perder dinheiro. Para abrir um negócio e ser empreendedor, o bibliotecário deve ter um perfil empreendedor, deve ter uma boa ideia e deve inovar, deve oferecer algo novo com base nas necessidades informacionais dos clientes e de empresas.

A partir de suas competências, o bibliotecário pode desenvolver diversos negócios ligados à gestão, disseminação, mediação, organização e recuperação da informação. Diversas áreas do conhecimento passaram por transformações desde o surgimento de computadores, da Internet e com a constante aparição de novas tecnologias.
Estas novas tecnologias agem como facilitadoras de diversos processos na sociedade surgindo em ritmo acelerado. Com constantes mudanças e transições, os hábitos e necessidades de informação da sociedade também se modificaram. A atual sociedade hoje é tratada na literatura como Sociedade da Informação, e entre suas características, Castells (2000, apud WERTHEIN, 2000, p. 72) apresenta:
  • A informação é sua matéria-prima: as tecnologias se desenvolvem para permitir o homem atuar sobre a informação propriamente dita, ao contrário do passado quando o objetivo dominante era utilizar informação para agir sobre as tecnologias, criando implementos novos ou adaptando-os a novos usos.
  • Os efeitos das novas tecnologias têm alta penetrabilidade porque a informação é parte integrantede toda atividade humana, individual ou coletiva e, portanto todas essas atividades tendem a serem afetadas diretamente pela nova tecnologia.
  • Predomínio da lógica de redes. Esta lógica, característica de todo tipo de relação complexa, pode ser, graças às novas tecnologias, materialmente implementada em qualquer tipo de processo.
  • Flexibilidade: a tecnologia favorece processos reversíveis, permite modificação por reorganização de componentes e tem alta capacidade de reconfiguração.
  • Crescente convergência de tecnologias, principalmente a microeletrônica, telecomunicações, optoeletrônica, computadores, mas também e crescentemente, a biologia. O ponto central aqui é que trajetórias de desenvolvimento tecnológico em diversas áreas do saber tornam-se interligadas e transformam-se as categorias segundo as quais pensamos todos os processos.
  Werthein (2000) atenta ainda para o fato de não apenas novas tecnologias influenciarem os atos comportamentais da sociedade, mas existem também fatores sociais e políticos.
O bibliotecário recupera e dissemina a informação para seus usuários, mas se pensarmos ao invés de usuários em clientes “consumidores de informações”, que pagariam para obtê-la, há maneiras de se criar negócios dessa forma.
Na literatura da área, usuário é o termo mais utilizado chamar quem busca informação.Segundo Dias e Pires (2004, p. 7), o termo usuário “diz respeito tanto ao especialista que interroga uma base de dados como aquele que solicita um serviço (resposta a uma questão ou uma pesquisa bibliográfica); ao cliente de um serviço; ao produtor de informação; entre outros”. Entretanto, também é possível encontrar o termo comunidade que, segundo Dias e Pires (2004), se refere, pensando os tipos de bibliotecas, aos grupos aos quais se dirigem.
No caso de uma empresa, esta também serve a uma ou mais comunidades, prestam serviços para um grupo específico de pessoas ou presta um serviço específico para vários grupos de pessoas. E outro termo, utilizado de modo comercial segundo Dias e Pires (2004) é cliente. Entende-se aqui por cliente aquele que compra o serviço prestado.
No caso da Biblioteconomia, a primeira lei criada para dispor sobre a profissão de bibliotecário e regular seu exercício é a lei 4.084 de 30 de junho de 1962. O bibliotecário é o Bacharel em Biblioteconomia, formado em curso a nível superior e entre suas atribuições, de acordo com a lei (BRASIL, 1962), destacam-se: ensino de biblioteconomia, administração e direção de bibliotecas, organização e direção dos serviços de documentação e execução dos serviços de classificação e catalogação de manuscritos e de livros raros e preciosos, de mapotecas, de publicações oficiais e seriadas, de bibliografia e referência.
O fazer biblioteconômico, entretanto, estende-se a outras áreas pelas atividades que o bibliotecário exerce com maior prática na atual sociedade da informação. É comum o aluno de graduação do curso ou o profissional formado estagiar/trabalhar em novos mercados. A atuação desse profissional não deve se limitar às bibliotecas, salas de leitura e centros de informação.
As possibilidades de atuação do bibliotecário, segundo a entidade americana Association of Independent Information Professionals (2004, apud MOTA; OLIVEIRA, 2005, p. 105), encontram-se nas áreas de:
  • Indústria e negócios – no atendimento a empresários executivos que necessitam de informações precisas, que os mantenham em nível de competição com outras empresas [...];
  • Pesquisa jurídica – no gerenciamento de bibliotecas ou unidades de informação (públicas e/ou particulares) no campo jurídico fornecendo informações sobre leis, estatutos, andamento de processos, recursos ou argumentos informacionais que podem ser utilizados por advogados de defesa e/ou acusação em um julgamento etc.;
  • Saúde – no processamento de informações (utilização de descritores, metadados, definição de linguagens de indexação e terminologias), desenvolvimento e gerenciamento de Sistemas de Informação, como os Registros Eletrônicos em Saúde e Prontuários Eletrônicos dos Pacientes, no gerenciamento de bases de dados estatísticas e bibliográficas, por exemplo, sobre epidemias, cuidados com a saúde, no fornecimento de informações que possam auxiliar médicos e enfermeiros no processo de tomada de decisão, subsidiar políticas públicas na área da saúde e promover programas de prevenção de doenças;
  • Bancos e finanças – na recuperação e análise de informações estratégicas e competitivas determinantes para transações comerciais e financeiras de sucesso;
  • Poder público – em diversas instâncias, que vão desde a atuação em universidades e centros de pesquisa até arquivos públicos e gestão de bancos de dados que incluem documentos orçamentários, pesquisa sobre distribuição de renda, qualidade de vida da população etc.;
  • Ciência e Tecnologia – no fornecimento de informações para o embasamento e a consolidação de pesquisas de profissionais de todas as áreas do conhecimento, atendendo desde pesquisadores de Ciências Exatas até os de Ciências Humanas;
  • Document Delivery ou Entrega de Documentos – na disponibilização e entrega em domicílio de documentos on-line e/ou impressos (artigos, livros, pesquisas de mercado, etc.), obedecendo à fixação de tarifas. Esse trabalho pode ser realizado de maneira autônoma ou institucional. No segundo caso, o Brasil conta com a Bierme, o Comut e o Scielo, entre outros.
No Brasil, o mercado de trabalho é dividido por Valentim (2000, apud MOTA; OLIVEIRA, 2005, p. 106) em três grupos:
  • Mercado Informacional Tradicional, que se compõe de bibliotecas públicas, universitárias, escolares, especializadas, centros culturais e arquivos;
  • Mercado Informacional Existente e Não-Ocupado, que inclui editoras, livrarias, empresas privadas, provedores de Internet, bancos e bases de dados;
  • Mercado Informacional de Tendências, que compreende a atuação em centros de informação/documentação em empresas privadas, bancos e bases de dados eletrônicos e digitais, portais de conteúdo e portais de acesso na rede global (Internet) e em redes institucionais internas (Intranet).
A atuação do bibliotecário pode ocorrer em instituições privadas ou de maneira autônoma, principalmente, voltada para o mercado informacional com novas tendências conforme citado por Valentim (2000).
Essas tendências podem surgir a partir
de idéias inovadoras de negócios voltados para a gestão da informação. O profissional com uma boa ideia pode inovar abrindo um negócio em uma área com múltiplas facetas como é a informação.
De acordo com o que foi apresentado até agora, existem grandes, novas e inúmeras possibilidades de atuação para o bibliotecário empreender. Ele é um profissional que se destaca na atual sociedade da informação, não somente pelas competências formadas ao longo da graduação de outros meios de aprimoramento profissional, mas também pelas habilidades que ele possui e que são demandadas pelo mercado competitivo.
Perceber oportunidades de negócios e ideias para empreender é que fará o diferencial do bibliotecário empreendedor. Dornelas (2006) cita que há diferença entre ideias e oportunidades, e uma ideia por si só não é suficiente para criar um negócio competitivo e de sucesso, e que os empreendedores devem sempre buscar a identificação de oportunidades.
Sabe-se que empreender vai além de ter boas idéias, é preciso planejar, estar atento às mudanças e cenários do mercado, liderar, trabalhar em equipe e formar parcerias, entre tantas outras habilidades, atitudes e conhecimentos requeridas pelo empreendedor conforme já visto. As ideias estão por toda parte, mas o difícil é identificá-las como possíveis oportunidades de negócios.
Dornelas (2006) enfatiza que “as pessoas devem permitir que a curiosidade fique em evidência e estar atento ao que ocorre em sua volta, principalmente aos problemas coletivos do cotidiano e que ninguém dá atenção para resolver”.
De acordo com Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de O Crescimento pela Inovação: “A verdade é que, muitas vezes, só percebemos a boa ideia quando alguém já a transformou num produto ou serviço. Nosso pensamento imediato é: “Por que não pensei nisso antes?”. Então abaixo selecionamos algumas dicas:
Faça perguntas: Para identificar uma oportunidade, pergunte-se: Quais são os problemas que o comprador está enfrentando? Isso inclui problemas emocionais, funcionais e também sociais. As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o dia-a-dia. Por isso, estude o comportamento delas e não espere que elas lhe digam o que precisam, pois muitas vezes não sabem do que precisam. Muita gente, por exemplo, usa o carro como escritório. Se observar, verá que essa é uma oportunidade. O motorista não diz que precisa de um carro-escritório, porque ele está acostumado a se virar com o que tem. Mas se alguém lançar um modelo no mercado, haverá comprador. Lembre-se, porém, de não inventar problemas para os consumidores – eles não vão mudar suas vidas só porque você lançou algo novo.
Procure o não-consumidor: Quando a Sony lançou o primeiro rádio transistor, em 1955, que funcionava a bateria, ela não mirou os compradores de rádio de mesa, produzido por gigantes da época, como a RCA. Ela pensou em conquistar aqueles que não compravam um rádio de mesa, os adolescentes. Acabou vendendo radinhos de pilha não só entre os jovens, mas também para o mundo inteiro.
Segmente de forma diferente: Não segmente mercados de forma tradicional, conforme tipos de produtos, faixa de preço ou faixa etária. Segmente o mercado de forma a refletir a realidade do consumidor e a tarefa que ele está tentando realizar. O ramo de milk-shakes é um exemplo. O consumo estava em queda no McDonald’s, mas as pesquisas não revelavam o porquê. Até que um grupo ficou observando o consumidor. Ele tomava milk-shake de manhã, no carro, a caminho do trabalho. E por que milk-shake? Porque era uma opção que ao mesmo tempo matava a fome, mas não derramava na roupa. Então, os concorrentes do milk-shake não eram as outras marcas de milk-shake, mas os lanches e pãezinhos que não soltavam migalhas.
Fique de olho nas restrições: Sempre que você vê um fator que restringe o consumo, pare e preste atenção, porque é aí que está a oportunidade de negócio. O tempo e a falta de dinheiro costumam ser dois fatores de restrição de consumo (PEGN, 2013).   Na mesma linha Nakagawa (2013) cita algumas perguntas que devem ser feitas e respondidas para analisar uma oportunidade de negócio:
  1.  Benefício claro para o cliente? Ou seja, o cliente vê o produto/serviço e já percebe como isso será a melhor solução para o problema que ele tem?
  2.  Tamanho de mercado adequado? Em outras palavras, resolve o problema de um número significativo de pessoas?
  3.  Potencial de lucratividade e rentabilidade? O número significativo de pessoas da questão anterior é grande o suficiente para gerar os resultados financeiros esperados pelo empreendedor e/ou investidor?
  4.  Diferenciação/inovação? Aqui não vale só copiar o que já existe. A ideia é realmente melhor que as soluções já oferecidas pela concorrência?
  5.  Representa uma de suas paixões pessoais? É preciso gostar de resolver o problema e não apenas do produto/serviço em si. Alguém que venda sapatos deve gostar do benefício do sapato e não apenas do sapato em si.
  6.  Caracteriza um desafio intelectual que o motivará agora e a médio/longo prazo? Entende e gosta de saber que sempre precisará aprender mais sobre o problema que resolve?
  7.  Tem um mercado consumidor amplo? Grande o suficiente para atender seu desejo de impacto por meio do seu negócio?
A partir disso, podemos vislumbrar algumas demandas na atual sociedade de oportunidades para bibliotecários empreenderem, conforme a seguir:
  • Formação de um grupo organizado de pesquisa de mercado, onde a empresa recebe uma demanda de pesquisa e a mesma vai a campo executá-la: A pesquisa de mercado é uma importante ferramenta, utilizada para obter informações precisas sobre um produto, serviço, mercado e público alvo. Através dela também é possível fazer testes que indicam a possibilidade de sucesso de uma estratégia.
  • Desenvolvimento de aplicativos, programas, sistemas de informação: O bibliotecário pode fazer parcerias para ter auxílio sobre as áreas que não tiver domínio ou pode fazer especializações na área para criar aplicativos e sistemas de informação. Um software aplicativo é um programa de computador que tem por objetivo ajudar o seu usuário a desempenhar uma tarefa específica, em geral ligada a processamento de dados. Sua natureza é diferente de outros tipos de software, como sistemas operacionais e ferramentas a eles ligadas, jogos e outros softwares lúdicos.
  • Monitoramento de publicações de informações: Muitos empresários querem saber o que a concorrência está fazendo ou profissionais como advogados e contadores precisam estar sempre atualizados em relação a legislação de ações jurídicas e legais. Dentro desse contexto, podem surgir oportunidades de negócios para os bibliotecários empreenderem atuando com inteligência competitiva e pesquisa em fontes de informação para atender essas demandas e necessidades informacionais.
  • Elaboração de infográficos: Infografia ou infográficos são gráficos com algumas informações comuns em revistas e outros meios de comunicação. Os infográficos são caracterizados pela junção de textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Eles facilitam a compreensão de matérias em que apenas dificultaria o entendimento. No design de jornais, por exemplo, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas consequências.  Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.
  • Consultoria em projetos de memória – Estudar acervos e coleções para criar produtos a partir destes como linhas do tempo, apontando dados sobre a memória de pequenas e médias empresas também é exemplo de um campo de atuação para o bibliotecário empreender.
Todavia, para que o bibliotecário se insira de modo autônomo em um campo, para que ele abra um negócio, além dos fatores ideia e inovação, é necessário que ele possua um perfil empreendedor. A seguir listamos algumas fontes que podem auxiliar o bibliotecário empreendedor em suas atividades.    
SEBRAE
O SEBRAE atende quem pensa em abrir seu próprio negócio, quem já tem seu negócio, quem quer ir mais longe, quem acredita na força da união, quem busca a formalização do seu negócio. Com foco no estímulo ao empreendedorismo e no desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, o SEBRAE atua com educação empreendedora, capacitação de empreendedores, articulação de políticas públicas, acesso a novos mercados, acesso a tecnologia e inovação, orientação para acesso aos serviços financeiros, entre outros.
PORTAL DO EMPREENDEDOR
O portal disponibiliza informações detalhadas sobre os tipos de empresas do Brasil (naturezas jurídicas), como requisitos, benefícios e impedimentos. Constam ainda orientações sobre abertura, alteração, baixa e formalização de empreendimentos, visando criar um ambiente mais propício para negócios no País. Resultado de uma das ações da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM), oPortal do Empreendedor permite a execução online dos atos necessários à formalização do Microempreendedor individual, agilizando os procedimentos, visto que evita a necessidade de se deslocar à Junta Comercial e a outros órgãos governamentais afins.
EMPREENDEDOR.COM
O Empreendedor.com é um projeto social dirigido a empreendedores, que se coloca na esfera da Economia Solidária (SolidarityEconomy). O projeto tem como missão proporcionar um ambiente que promova a cooperação entre indivíduos e organizações, incentivando o envolvimento da comunidade de empreendedores e a criação de novas parcerias.
ENDEAVOR Brasil
Empreendedores que sonham grande e novas gerações de empreendedores precisam de um ambiente de negócios favorável, inspiração, capacitação e networking. Foi neste contexto que nasceu a Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo que “bota pra fazer” e, com excelência na mobilização de organizações públicas e privadas e no compartilhamento do conhecimento prático e exemplos de sua rede, fortalece a cultura empreendedora do Brasil.
SISTEMA FIRJAN
O Sistema FIRJAN é um importante parceiro das empresas do Estado do Rio de Janeiro na busca pelo desenvolvimento. As cinco organizações que compõem o Sistema oferecem soluções e serviços capazes de multiplicar a produtividade das empresas e melhorar a qualidade de vida dos funcionários. Juntas a FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, CIRJ – Centro Industrial do Rio de Janeiro, SESI – Serviço Social da Indústria, SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e IEL – Instituto EuvaldoLodi, trabalham a fim de garantir uma posição de destaque para a indústria fluminense nos níveis político, econômico e social do cenário nacional. A FIRJAN desenvolve e coordena estudos, pesquisas e projetos para orientar as ações de promoção industrial e novos investimentos no estado. Seus Conselhos Empresariais temáticos e Fóruns Empresarias setoriais discutem tendências e lançam diretrizes para ações de apoio e assessoria às empresas. Hoje, sindicatos industriais filiados à FIRJAN representam empresas em todo o Rio de Janeiro.
UP Idea
A proposta da UP Idea é disponibilizar todas as condições - comerciais e tecnológicas - para que o empreendedor possa implementar um Portal Vertical e, a partir daí, oferecer conteúdo e serviços online exclusivos para um segmento do mercado. Para isso, o UPIdea desenvolveu um modelo de negócio pré-definido e com toda a estrutura tecnológica (hospedagem, banco de dados, aplicações, etc) necessária para dar suporte as informações e serviços oferecidos. Cada fonte de renda (serviço) já tem sua forma de comercialização definida pelo UPIdea.
MOVIMENTO EMPREENDA
O Movimento Empreenda tem por missão dar suporte a todos que sonham abrir o próprio negócio e também àqueles que já são donos de suas empresas. Tradicionalmente, a Editora Globo sempre promoveu o empreendedorismo, por acreditar ser este o melhor caminho para o crescimento do país. Esse movimento consolida essa posição, publicando reportagens inspiradoras relacionadas ao tema em 11 revistas e nos sites da Editora Globo.  
PORTAL DO FRANCHISING
Hoje, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) desfruta de um grande prestígio e de uma imagem consolidada no mercado. Possui mais de 1000 associados, divididos entre franqueadores, franqueados e colaboradores que, nos últimos anos, vêm organizando e participando de diversas ações para o desenvolvimento do sistema no Brasil. Representada também por uma Seccional no Rio de Janeiro, a ABF conta com o apoio de regionais no Rio Grande do Sul, Interior de São Paulo e Minas Gerais. Ao longo destes anos vem aumentando a sua amplitude de atuação em âmbito nacional e internacional.  
FRANQUIA.COM
O Portal Sua Franquia é a principal referência do franchising brasileiro, com foco na captação de investidores interessados em abrir uma franquia. O portal oferece conteúdo sobre o mercado para franqueadores e franqueados, que queiram estar sempre atualizados.
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Nesse link também é possível encontrar as referências bibliográficas