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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

E que tal fazer da Biblioteconomia a sua profissão?

Você ama o cheiro dos livros? Costuma desligar-se do mundo enquanto lê? 
Sente-se em casa dentro de uma biblioteca? Tem quase uma biblioteca dentro de casa? 
É organizado? Gosta bastante de manter-se informado? 
Então você é um bibliotecário em potencial!  
A área da biblioteconomia está ligada diretamente à informação: sua gestão, seus métodos de organização, de representação, sua divulgação, conservação, práticas e perspectivas, etc.

O trabalho de um bibliotecário não se limita, no entanto, apenas a biblioteca; pode se fazer necessário em qualquer local em que a informação é armazenada e procurada pela população: centros de pesquisa ou de documentação, museus, hemerotecas, arquivos, empresas de comunicação e muito mais.

A biblioteconomia está cada vez mais trabalhando em conjunto com a ciência da informação e sistemas da informação, com o uso mais frequente de arquivos digitais e novas mídias que ajudam na catalogação e na conservação do conhecimento. As instituições de ensino superior no exterior têm plena consciência destes avanços e já implementaram os seus cursos com o que há de mais novo e moderno na área.

Considerado organizador de informações e dicionário de sinônimos, o bibliotecário não vê seu mercado de trabalho ameaçado pela internet. Pelo contrário, William Okubo, de 36 anos, bibliotecário da Mário de Andrade, em São Paulo, diz que toda a informação, independente do formato, precisa ser organizada, e sites como o Google acabam ampliando o mercado para estes profissionais. 

“Nem sempre a informática tem a solução para tudo. Organizar a informação será sempre necessário, por mais que a tecnologia se desenvolva, o homem estará por trás dela”, afirma Okubo.
Para Okubo, enciclopédias e dicionários podem cair em desuso, porém as bibliotecas ainda guardam documentos, memórias e histórias que não estão digitalizadas. “Pode acontecer de daqui a 50 anos, o bibliotecário não ter mais o espaço físico de trabalho dentro de um escritório, por exemplo. Vai trabalhar on-line, dando informações a distância e fazendo o trabalho de filtro para as pessoas não perderem tanto tempo pesquisando.”
O profissional formado em biblioteconomia está habilitado a trabalhar em bibliotecas e centros de documentação e memória. No curso de graduação, o estudante aprende técnicas e códigos para organizar acervos de livros, documentos ou fotografias.
Segundo Okubo, que se formou em 1998 pela Universidade de São Paulo (USP), o mercado de trabalho para os profissionais formados em biblioteconomia está aquecido em virtude do crescimento da economia. “Toda empresa produz conhecimento, e o bibliotecário pode atuar como buscador e organizador de informações. Dificilmente um recém-formado fica desempregado, a oferta de estágios é grande. E depois de formado se insere com rapidez.”
Cada livro publicado possui uma catalogação na fonte, é uma espécie de ficha onde há o endereço da obra que pode ser identificado no mundo todo. Por meio desta ficha que está cadastrada no sistema do computador das bibliotecas, os bibliotecários conseguem localizar determinado livro através do título, nome do autor, ou outro dado, em poucos minutos.
Outra função do bibliotecário é ter habilidade para interpretar o que usuário pesquisa. “Fazemos papel de dicionário de sinônimos. Quadrinhos podem ser chamados de HQ ou literatura em movimento. E tudo isto tem de estar no sistema”, diz.

Um dos desafios atuais dos profissionais, segundo Okubo, é criar uma rede nacional das bibliotecas, assim como ocorre nos Estados Unidos. No Brasil, a única iniciativa do gênero é a Unibibliweb que reúne em um portal os acervos da USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). 
O que faz?  Os Bibliotecários são responsáveis por Organizar informações, Acervos de livros, documentos, fotografias, etc...
Onde atua? Em Bibliotecas, centros de documentação, informação, arquivos e memória
Perfil? O profissional deve ser organizador, comunicativo e gostar de livros e informática
Salário? O Piso salarial em São Paulo é de R$ 1750,00, Bibliotecários com experiência de dois anos ganham de R$ 3000,00 a R$ 8000,00, segundo o Sindicato dos Bibliotecários do Estado de SP (Sinbiesp)
Onde Estudar: Faculdade de Biblioteconomia PUC CAMPINAS 
https://www.puc-campinas.edu.br/graduacao/cursos/biblioteconomia/

Compartilhado de: 
http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2011/03/guia-de-carreiras-biblioteconomia.html 
E http://www.hotcourses.com.br/study-abroad-info/subject-info/cursos-de-biblioteconomia-no-exterior/ 

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Muito Mais que só Livros o Bibliotecário mostra que é tendência de profissão para 2016

O Profissional Bibliotecário mostra mais uma vez que continua sendo considerada uma profissão tendência de mercado, conquistando o 35º lugar entre as 200 profissões mais promissoras do momento, segundo o site http://www.careercast.com/, este que classifica e avalia as profissões de mais sucesso do momento. 
Sendo uma das profissões mais antigas do mundo, esse profissional conseguiu mostrar que é capaz de se atualizar, surpreender e continuar indispensável. De acordo com a equipe da Americana CarerCast, ser Bibliotecário possibilita boas oportunidades de emprego, salários interessantes e pouco stress no seu dia a dia da profissão. 

Mas o que faz o Bibliotecário?
Bom, para começar o Bibliotecário não cuida só de livros mas também implementa, gerencia e planeja os sistemas de informação. Formado em Biblioteconomia o profissional enfrenta um dia a dia em que precisa ser criativo, estar sempre atualizado e informado. Para se ter uma ideia, em 2013 a  Biblioteca de São Paulo completou cinco anos e recebeu mais de 307 mil visitantes/sócios ao longo do ano, emprestando em média 73 mil livros. Mas como o Bibliotecário trabalha para atrair o público? 

Fazer de sua biblioteca um local atrativo, vivo, dinâmico para cativar e fidelizar seu público, além de conhecer e trabalhar para a comunidade na qual ela está inserida, são os maiores desafios do bibliotecário hoje, de acordo com Sueli Motta, diretora da Biblioteca de São Paulo, instalada onde funcionava a Casa de Detenção do Carandiru, na zona norte da capital paulista. Atuando na área de biblioteconomia há quase três décadas, Sueli diz que a profissão atravessa um momento “muito mais tecnológico” atualmente.

“O profissional do século 21 disponibiliza o acervo em vários suportes, com o olhar muito mais apurado para a acessibilidade e a inclusão social através da cultura.” Entender os ‘clientes’ e o entorno da biblioteca, no entanto, continuam fundamentais, ela ressalta.
Aos que se interessaram em ingressar na área, um aviso: A Graduação deve ser em bacharelado em Biblioteconomia mas para se destacar entre os profissionais é importante sempre estar estudando e se atualizando. Sueli, por exemplo, é formada em Biblioteconomia e Documentação com especialização (MBA) em Gestão Empresarial.
Se engana se você acredita que o campo de trabalho está só em bibliotecas públicas ou escolares, mas este profissional engloba centros de documentação, arquivos, museus, centros culturais e de memória, hemerotecas, editoras, empresas de comunicação, provedores de internet, ONGs, clubes e associações.
A necessidade das empresas de recorrer à internet como ferramenta para aumentar a competitividade também aumenta a demanda pelo bibliotecário, que se especializa na organização de conteúdo em espaços virtuais, na gestão de serviços de informação e na avaliação de conteúdos em bibliotecas digitais. Há oportunidades em empresas, centros de documentação públicos e privados, museus, editoras e livrarias.
Maysa Barbosa de Aguiar foi fisgada pela profissão quando arrumou um emprego como auxiliar administrativa no Centro de Memória Sindical. Achou que o acervo do centro de documentação estava muito disperso, arregaçou as mangas e começou a organizar a ‘bagunça’.
“Maysa, você tem de fazer biblioteconomia”, disse minha chefe. E ela foi. Logo depois, apareceu uma vaga no Dante Alighieri e lá se vão 24 anos desde que ela entrou pela primeira vez no tradicional colégio, localizado na região da Avenida Paulista, e não saiu mais.
Uma das três bibliotecárias responsáveis pelo enorme acervo do Dante – 60 mil itens –, Maysa diz que não se enxerga fazendo outra coisa na vida.
bibliotecario1“Nós criamos um forte vínculo emocional com a criança. Esse universo aqui da escola sempre foi muito bacana para mim. E não são só os alunos que estão aprendendo. Nós descobrimos coisas novas todos os dias”, comenta a encarregada pela biblioteca infantil.
Do outro lado do corredor, Roseli Venâncio Pedroso, há 19 anos no Dante, é a responsável pela biblioteca central, que atende desde alunos do sexto ano do Fundamental até o Ensino Médio, além de professores, pais e pesquisadores. Esses últimos recorrem ao acervo por conta das obras em italiano, principalmente quando o assunto é imigração.
Roseli cursou Letras (“Odiei”), mudou para Arquitetura e, como precisava trabalhar, arrumou um emprego em uma biblioteca escolar em Osasco. “Acabei trancando o curso de Arquitetura e prestei vestibular para Biblioteconomia. A escola se tornou meu universo. Já recusei diversas ofertas para trabalhar em outras bibliotecas. Daqui eu não saio”, diz. Para se manter atualizada, ela lê. Muito.
“Sou compulsiva. Ler para mim não é uma obrigação da área. É um prazer.” Acompanhar as mudanças no gosto dos alunos nestes quase 20 anos no colégio também. “A gente sempre teve Senhor dos Anéis, por exemplo, mas ninguém nunca me pedia. Aí, chegou o Harry Potter e eu falava para eles ‘lê que você vai gostar’ e eles me respondiam ‘ah, mas é muito grosso’. Hoje, eles querem ler tudo de fantasia, se apropriaram do espaço, sugerem títulos para comprarmos”, afirma.
Regina Célia de Sousa trabalha em um universo completamente diferente, mas não menos apaixonante. Gerente de Conhecimento e de Informações do renomado escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, ela está à frente de uma equipe de bibliotecários e auxiliares cuja responsabilidade é cuidar de um acervo jurídico de aproximadamente 330 mil registros, entre livros impressos e digitais, artigos de periódicos, pareceres, legislação, boletins etc.
Ela salienta que para atuar na área jurídica os bibliotecários devem desenvolver uma postura pró-ativa, flexibilidade no desempenho e atenção às características e variações da demanda. “A área é complexa e apresenta uma dinâmica muito própria pela característica do seu público, portanto, requer uma equipe de profissionais bem capacitados e especializados”, define.

Ela ainda dá algumas dicas preciosas para se destacar na profissão: “Nunca esquecer que seus clientes também adquirem novas habilidades e competências que irão se refletir no tipo de solicitação ou demanda apresentada. O bibliotecário necessita acompanhar a evolução de sua área de formação, bem como da área de seu desempenho profissional. A demanda por bibliotecários especializados é uma tendência na área jurídica”, diz Regina, que também é presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia.
Compartilhada de: http://www.vagas.com.br/profissoes/carreiras/biblioteconomia/biblioteconomia-campo-de-atuacao-vai-alem-das-bibliotecas/#sthash.USuTh0iS.dpuf

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Biblioteconomia, curso promissor e com o perfil jovem

Quando Camila Meneghetti, 21 anos, se inscreveu para o vestibular da UFSC, imaginou que após se formar em biblioteconomia passaria os dias em uma biblioteca silenciosa e teria uma rotina pacata. Hoje, a bibliotecária trabalha oito horas por dia, atende mais de dez clientes e tem uma rotina agitada e dinâmica. 





O ambiente de trabalho é totalmente diferente do estereótipo comum. No intervalo, entre um relatório e outro, ela e os colegas podem até se divertir jogando sinuca. Camila não mudou de profissão e há dois anos exerce exatamente as funções que aprendeu na graduação. A necessidade da gestão de informações do mercado atual é que ampliou as possibilidades do bibliotecário. O curso de biblioteconomia da UFSC completa quatro décadas de ensino este ano. Mas, diferente de quando iniciou o perfil da graduação atualmente é dinâmico e tem diferentes áreas de atuação. 

As mudanças começaram a ficar mais evidentes nos últimos 15 anos, principalmente por causa da evolução da tecnologia, segundo a professora Magda Chagas, 55 anos, bibliotecária desde 1980. “Quando comecei a dar aula, em 1997, os alunos eram mais velhos do que eu. Hoje, são jovens e a maioria em seu primeiro curso de graduação”, diz. O bibliotecário de hoje, além atuar nas bibliotecas, é ponto de referência nas empresas. Precisa estar inteirado de todos os setores, trabalha como articulador das informações e auxilia na pesquisa por soluções. 


O conceito da profissão é objetivo, tem como missão cuidar da informação e como função organizar, gerenciar, recuperar e disseminar o conhecimento. “É preciso desmistificar o conhecimento. “É preciso desmistificar o papel do bibliotecário que ainda é visto como aquele quietinho, ou aquela senhora de óculos entediada pelo silêncio na biblioteca. A profissão é uma unidade viva que pulsa constantemente”, definiu Magda.


Informação para inovação O acesso à informação está cada vez mais democratizado. A internet, os meios digitais e a tecnologia têm contribuído para este processo. Mas o gerenciamento dessas informações e a forma como lidamos com elas é que fazem a diferença. Como chegar ao objetivo de maneira prática, onde e de que maneira buscar as informações com eficácia? Os bibliotecários têm a resposta. De uma equipe de 14 técnicos especialistas da empresa Knowtec, em Florianópolis, nove são bibliotecários, entre eles Camila Meneghetti. 

A empresa trabalha com a coleta estratégica de informações, pesquisa e análise de mercado para promover inteligência competitiva e inovação. O grupo oferece consultoria a diferentes setores, do ramo calçadista ao agronegócio. A função dos bibliotecários neste processo é realizar pesquisas constantes e entregar informações que influenciem e até determinem decisões. “Nosso trabalho consiste em saber antes, levar a informação antecipada ao cliente”, conta Camila. O lema é reunir, organizar e entregar a informação. O produto final pode ser entregue de diferentes maneiras: páginas escritas, infográficos ou arquivos digitais. 

O modelo dependerá da escolha do cliente, de qual método considera mais eficaz para absorver a informação. O bibliotecário pode trabalhar com qualquer coisa que precise de síntese, tudo é feito para otimizar o tempo do cliente, pesquisador ou consultor. “Informação tem em todo lugar, mas não é organizada. Nós fazemos este filtro”, explica Maria Carolina Silva, 25 anos, integrante mais antiga dos bibliotecários da Knowtec, há sete anos na empresa. Ela queria fazer TI, mas encontrou na biblioteconomia uma maneira de trabalhar com novas tecnologias e até no auxílio do desenvolvimento de softwares com pesquisas.


Novos profissionais enxergam carreira promissora Guilherme Pereira, 22 anos, concluiu a graduação em biblioteconomia há duas semanas. Assim como Camila Meneghetti, ele optou por biblioteconomia despretensiosamente, por causa do gosto pela leitura. Hoje tem certeza que escolheu a profissão certa. “Assim que os alunos começam a entender melhor a profissão acabam gostando mais dela do que quando fizeram a opção no vestibular além de ver que é possível viver bem financeiramente”, opinou. 

Ele já trabalhou em bibliotecas, passou por estágios e até gostou das funções que exerceu, mas não consegue se imaginar sem as plataformas digitais. Por isso pretende trabalhar com o monitoramento de redes sociais até conquistar uma vaga em um concurso público. “O suporte digital só nos ajuda. Muita gente acha que tirou o nosso emprego, mas foi justamente ao contrário, os profissionais de TI e biblioteconomia se integram”, afirma. 

O CURSO 

Candidatos/vaga em média : 1,5 a 1,8 
Salário inicial em média: R$ 2.000,00 
Salário médio inicial: 

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Encerramento da XXXVI Semana de Estudos da Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas

Ontem (19) foi o encerramento da XXXVI Semana de Estudos da Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas.

Com a presença do professor: Francisco Lopes de Aguiar (FESP/SP)​ proferindo a palestra “Organização e representação da informação fragmentada em repositórios digitais: o caso do Fórum Social Mundial”.


Queremos agradecer ao Professor Cesar Pereira, a organização do evento, aos participantes e aos palestrantes que colaboraram com a cobertura do Muito Mais que Livros.

Confira as fotos do último dia:


























quinta-feira, 19 de novembro de 2015

3º Dia da XXXVI Semana de Estudos da Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas

3º Dia da XXXVI Semana de Estudos da Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas

Ontem (18)  a  XXXVI Semana de Estudos da Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas,  estivemos com o Prof. Dr. Fabiano Castro, da UFSCAR, que proferiu a palestra "Modelagem de ambientes informacionais digitais: reflexões entre metadados e ontologias". 


No período da tarde, uma excelente oficina "Gestão de Conservação Preventiva em Acervos Museológicos", oferecida pela Profa. Rosaelena Scarpeline, da UNICAMP e ainda, sorteio de 5 livros "Percurso Científico", doados pelo prof. Dr. Gildenir Santos, da UNICAMP.


Hoje é o ultimo dia de evento, então não perca a palestra “Organização e representação da informação fragmentada em repositórios digitais: o caso do Fórum Social Mundial” com o professor: Francisco Lopes de Aguiar (FESP/SP)​.Sempre lembrando que as inscrições e informações podem ser feitas no https://semanadeestudosfabi.wordpress.com/ .


Confira as fotos de ontem: